sábado, 28 de novembro de 2009

Mudança

Adoro essa frase. Serve para tudo! Reflita:

"Temos de nos tornar na mudança que queremos ver".

Mahatma Gandhi

Convenções Sociais

Hoje quero falar sobre convenções sociais. É um tema intrigante para mim pois muitas destas regras não fazem o menor sentido. Mas antes de criticar, vamos entender melhor o que significa isso. A sociedade adota certos padrões de comportamento para que haja uma boa convivência entre as pessoas. Assim como as leis, as convenções são sabidas por todos ... e ninguém pode alegar que não sabe de sua existência, afinal está implícito na cultura. É uma marca! Uma tradição! Para “pessoas bem educadas” é como respirar.

Já dizia Heráclito: “Nada é permanente, exceto a mudança”. E é a mais pura verdade! Então, por que não questionar alguns costumes? Por que não agimos com transparência uns com os outros?

Vejamos alguns exemplos práticos:

1) Natal. É uma data cristã que reflete-se sobre o nascimento de Cristo e comemora-se junto à família. Não vou entrar no mérito religioso (deixo para um próximo post), vamos analisar a reunião da família. Por que não refletimos sobre a união familiar o ano inteiro?

2) As relações familiares vem em primeiro lugar. Quem dá amor, recebe amor. É um fato. Muitas vezes recebemos amor de quem não tem nosso sangue. Então por que minhas relações de sangue devem ser mais fortes que minhas outras relações sociais? Acredito deva existir união verdadeira em famílias que possuem uma convivência constante. Mas e se não há contato?

O grande problema das convenções está na obrigação. O correto seria fazer algo de coração e respeitar o que não é da vontade do outro. Ninguém é de ninguém. Somos livres a nos relacionar e ter nossas próprias experiências. Pense bem ... uma reunião de família deve ser feita com a real vontade de se confraternizar. Devemos visitar parentes por querer realmente conviver com eles e não por ser “o certo a fazer”. ... as nossas relações são construídas no dia-a-dia independente do outro ter nosso sangue.

Seguir protocolos em alguns casos é hipocrisia. E algumas pessoas mesmo sabendo disso cobram tal comportamento dos outros. É pedir para ser enganado. É desperdício de tempo.


domingo, 15 de novembro de 2009

A doença da Amargura

De todas as doenças existentes neste mundo, a pior delas é a amargura. Uma pessoa que sofre deste mal não se enxerga desta forma. Se envolve numa carapaça e passa a “andar armada” 24 horas por dia. Fere as pessoas com palavras e atitudes. Geralmente os mais próximos são os que mais sofrem. Levam “chibatadas” pelos motivos mais xulos. Como amar alguém assim?


O que leva alguém a ser assim? Será que existe uma predisposição genética? Talvez não. É possível conhecer vários casos de pessoas que sofreram em suas vidas e nem por isso tornaram-se monstros. Acho que essa é conotação perfeita: monstro.


O Amargo é infeliz e deseja que todos ao seu redor também sejam. Ele é invejoso, negativo e reclamão. Não existe nada, absolutamente nada que possa satisfazê-lo. Acho até que a felicidade destas pessoas é um pouco de sadismo. Não tem sossego enquanto não ver o outro com um problema, assim ele garante a afinidade. Sente-se bem quando estraga o dia de alguém. Se ele não está feliz, por que você vai estar?


Não sou psicóloga ou estudiosa no assunto mas resolvi escrever por experiência. Não é fácil deixar de conviver com O Amargo quando você possui um vínculo social com ele. É preciso muito treino e um incrível domínio da inteligência emocional para ignorar o doente. Meus últimos 7 anos foram um teste. Minhas opções naturais seriam: confrontar O Mosntro ou simplesmente tirá-lo da minha. São escolhas, certo? Fazemos escolhas o tempo inteiro. O próprio Amargo escolhe o tempo todo ser amargo, mesmo que não perceba. Enfim ... resolvi encarar o desafio e engolir O Tal para um bem maior ... o MEU, é claro! E não me arrependo da escolha. Sou uma pessoa extremamente feliz. O problema é que minha felicidade é a infelicidade do Amargo. Isso está ficando confuso, não?! Deixemos os detalhes para outra ocasião.


O que realmente importa é que um dia a gente cansa. E eu estou exausta! Chega de pena ... chega de tentar fazer O Amargo feliz ... chega de compreender ... chega de fazer as vontades ... chega de ficar quieta ... chega de evitar o confronto! As coisas chegaram ao ponto de necessitarmos de mudanças para que uma relação social amistosa seja possível. Mas ... como fazer um Amargo compreender o quanto ele nos repele? Como fazê-lo escutar se ele possui um mecanismo de defesa que não permite diálogo? Como lidar com um Amargo Agressivo? Essas são questões para reflexão nos próximos dias. Será que o Dr. PET saberia lidar com essa situação? RS...

sábado, 14 de novembro de 2009

Evite frustrações no trabalho

Ando pensando bastante sobre como sobreviver à selva corporativa. Já sofri bastante por conta de uma inabilidade de gerenciar minhas próprias expectativas. Percebi, através de alguns colegas reclamões, o quanto é chato ficar perto de uma pessoa frustrada. Sendo assim comecei a criar algumas regras que tem me ajudado a direcionar meu foco...


1. Pense em você (No mundo corporativo, as pessoas tendem a tomar decisões individuais. Nunca se sacrifique achando que o outro faria o mesmo. Se o fizer, faça consciente de que o fez por sua conta e risco. É loteria!).


2. Aprenda a confiar só depois de REALMENTE conhecer as pessoas e seus interesses. Nem todo mundo é o que parece ser.


3. Seja eficiente. Faça o melhor que puder, buscando os objetivos da empresa.


4. Seja honesto e ético.


5. Deixe claro que cada um tem seu espaço. A competição na área administrativa não é saudável. O foco deixa de ser os objetivos da empresa e passa a ser objetivos pessoais.


6. Você não entra num emprego para fazer amizades. Você trabalha para se sustentar e viver a sua vida social da melhor forma possível. Ninguém escolhe com quem convive no escritório. As diferenças são naturais e você deve aprender a lidar com elas. Separe o pessoal do profissional.


7. Evite reclamar. As pessoas vão taxá-lo de resmungão e não darão importância ao que você disser.


8. Nem todo mundo tem a mesma visão. Evite confronto com pessoas que não pensam como você. É só desperdício de tempo e energia.


9. Tente enxergar as coisas através de várias perspectivas. Sua opinião sobre algum assunto, ou sobre alguma pessoa pode mudar.


10. Suas atitudes devem fluir para o crescimento da empresa. Respeite as decisões dos superiores e trabalhe dentro do plano estabelecido para a equipe. Se a sua opinião for contrária, manifeste-a em forma de sugestão. Se ela não for aceita, não tome atitudes por conta própria. Faça o que foi decidido e volte a discutir sua sugestão quando tiver provas de que o plano estabelecido não foi a melhor opção. Seu líder vai respeitá-lo se sentir que é valorizado.


11. Evite tomar decisões se estiver nervoso. As coisas costumam ficar mais claras quando pensamos nas conseqüências dos nossos atos.


12. Perceba o que o seu líder valoriza e trabalhe para que essas qualidades/atitudes ressaltem aos olhos dele.


13. Vista-se bem. Estar vestido adequadamente à ocasião faz de você uma pessoa diferenciada. A sua imagem externa é importante para seu marketing pessoal.


14. Mantenha-se informado. Saiba o que está acontecendo no mundo e na sua área de atuação. As tendências de mercado modificam cada vez mais rápido.


15. Se o seu foco são pessoas, escolha profissões e empresas que levam em consideração o bem-estar.


16. Se pretende largar o emprego, deixe a “porta aberta”. Você pode precisar da recomendação de algum ex-patrão.


17. Entenda a cultura da empresa e faça uma análise se o seu perfil corresponde às expectativas da liderança. Se perceber que seus valores e princípios são diferentes, mude de emprego. Você é que está no ambiente errado e não a empresa.


18. Seja verdadeiro com você mesmo. Entenda as suas reais necessidades. O que de fato é importante para sua felicidade? O seu trabalho deve trazer satisfação. Você deve se sentir uma pessoa útil e respeitada.


Bom ... cá estou no meu primeiro post ... filosofando e filosofando ...
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