quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Filhos nos transformam...

Theo (7 meses) e Flávia (32 anos)
Quem me conhece não consegue visualizar a cena... eu, em uma cozinha, picando batatas, cenouras, couve, etc. Confesso! Detesto cozinhar. Nunca me interessei... sou adepta ao que for mais rápido e fácil. E isso significa: comprar pronto! Ou pelo menos, eu era assim. É, posso dizer isso... afinal, as coisas mudaram... desde que o Theo entrou na minha vida muitas transformações ocorreram. Alguns choques, tropeços, angústias... mas um amor gigantesco nasceu em mim.

Não sou a mesma. Não mesmo. Meu mundo agora é o meu filho. Aprendi a fazer feijão... Troco fraldas até de luz apagada (se for preciso)... Perdi o nojo de babadas... Fico emocionada quando recebo um sorriso... ai ai... tanta coisa. Sei que parece bobeira, mas o que quero dizer é quando nos tornamos mães floresce algo dentro de nós que nos impede ter limitações (e qualquer controle sobre as próprias emoções).

Deixei de ser filha para me tornar mãe. Não sou "uma". Tem um pedacinho meu crescendo para iniciar uma nova história. Temos tanto a aprender um com o outro. Não vejo a hora de conversar com ele e ouvir a "lógica infantil" que há tanto tempo perdeu-se dentro de mim. Quero reaprender a olhar para a vida de uma forma mais simples. Quero ser uma pessoa melhor... sim, é esse o sentimento que ele desperta em mim. Quero ser melhor por ele e para ele.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ignorar Pessoas


Imagem cedida ao stock.xchng por: http://designbuddy.com/

Não sei se é porque eu sempre trabalhei na área de marketing, mas esse assunto mexe bastante comigo. Certamente é amplo e cheio de abordagens diferentes, mas o que quero passar aqui neste post é minha indignação a respeito da falta de retorno das pessoas.

É a regra número um de marketing e, no mínimo, de respeito ao outro. Quem é que gosta de ser ignorado? Acredito que a falta de tempo muitas vezes é a vilã. Mas não custa nada dar um retorno simples dizendo estar ocupado.

Para empresas o prejuízo de ignorar um cliente pode ser catastrófico. Dizem que quando você gosta de um serviço, divulga-o para duas ou três pessoas e, quando o odeia,  divulga para dez. Na vida particular é pior ainda, pois ignorar alguém significa "não tenho interesse de estabelecer contato com você". É claro que muitas vezes é proposital e com razões específicas. Mas ignorar por simples antipatia às vezes nos faz perder oportunidades de expandir horizontes e conhecer pessoas interessantes. Nunca se sabe o dia de amanhã... esse mundo é minúsculo e no futuro poderá precisar do outro.

Enfim... temos que ignorar quem nos quer mal. Perca um minuto do dia dando retorno aquele e-mail parado na caixa postal há dias. Mande um torpedo. Deixe recado. Diga sim, diga não... mas diga algo! Não procrastine!
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